Imortalidade

Sempre defendi que o futebol é movido, além de pela paixão e pelo dinheiro, pela questão psicológica. Como no outro jogo, o da vida. O jogo que acabou há pouco foi mais um das centenas de outros exemplos. O Grêmio precisava reverter uma desvantagem grandiosa de dois gols. Grandiosa em se tratando de Libertadores e de todas as dificuldades que envolvem essa disputa.

Essa semana discutiu-se em um dos veículos de comunicação se só a tradição de imortalidade do Grêmio seria suficiente. Me juntei aos que defendiam que não. Cético dessa vez, achei que só o bom futebol venceria. Não foi assim, como nunca é. Imortalidade suscita determinação. Imortalidade suscita entrega e entrega de corpo e alma. Nesse jogo — e nos demais — venceu a cabeça mais mobilizada, a mente mais determinada. Venceu aquele que desconheceu que a classificação era impossível — apesar de não ter sido.

Como no jogo da vida, os jogadores do Grêmio criaram a possibilidade em suas mentes e acreditaram com todas as forças que assim estaria a noite nesse momento: fria e azul.

Saudações tricolores.

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