Arquivo do mês: outubro 2005

Somos campeões do SET Universitário da PUC-RS!

É isso mesmo. Para surpresa de todos nós, estudantes, produtores, locutores e redatores do programa 1945 – O ano que não terminou, o programa sagrou-se campeão do SET Universitário da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Disputamos com universitários do Brasil inteiro e faturamos o prêmio máximo da categoria Reportagem.

Parabéns para nós colegas!

É um grande reconhecimento da comunidade acadêmica à excelente qualidade deste programa que relembra os 60 anos do fim da Segunda Grande Guerra.

Parabéns Gustavo, Gabriela, Bina e Vanira. Obrigado professor Sérgio Endler pela supervisão e pelo apoio constante.

Nosso agradecimento também ao Seu José Conrado, ao Seu Bertoldo, à Dona Wanda, à Dona Charlote, à Dona Jandira, ao cachorrinho que não cansa de latir ao fundo de uma entrevista, à banda de axé que impossibilitou tantas entrevistas no parque da Redenção e a todos os demais colaboradores.

Abaixo o trecho do encarte que apresenta o programa:

Seu José Conrado, Seu Bertoldo, Dona Wanda, Dona Charlote, Dona Jandira. Estes são personagens da 2ª Guerra Mundial que você não conhece. Ou melhor, não conhecia até então. Mesmo que os livros de história não dediquem uma linha sequer a eles, cada um é peça fundamental para que a barbárie do pior conflito que a humanidade já presenciou não seja esquecida. Só através da memória de pessoas como estas é possível medir a insanidade das guerras e continuar lutando para que elas não mais existam.



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A Uzina já sabia!

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Resultado parcial aponta vitória do NÃO na Uzina

75% dos 32 votos registrados até o momento são contra a proibição de vendas de armas de fogo e munição no país. O resultado da Uzina se refletirá nas urnas neste domingo? E vc, já tem a sua opinião?

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Enc: A corrente do bem – parte 2

Aos milhões e milhões de apreciadores da Uzina:

A Corrente do Bem tem o seu primeiro depoimento exclusivo. Uma colega de serviço leu a mensagem que postei aqui no dia 9 de outubro e lembrou-se de uma bela história.

Vejam:

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Vou te contar uma história que se passou comigo, que sempre relembro quando vejo trechos desse filme ou simplesmente ouço “corrente do bem”:

Trabalhei durante 5 anos em uma consultoria de RH em SP. Haviam grandes chances de eu ser efetivada, mas eu sentia — embora não tivessem me verbalizado isso — que isso dependeria de meu desempenho em um trabalho de 5S (pré-Qualidade Total) que eu sugeri em reimplantar na empresa. Pra isso, uma consultora dessa empresa, psicóloga, se prontificou a me ajudar.

Nunca me esqueci dela. Ela já tinha seus 15 anos pra mais de experiência e eu nem formada era, mas durante todo o nosso trabalho ela sempre me tratou de igual pra igual. Foi uma das primeiras pessoas que acreditou no meu potencial. Lembro até hoje de cada passo do nosso trabalho pela forma profissional (e ao mesmo tempo sensível, como mestre) que ela me tratava.

Fui efetivada. Fizemos um trabalho muito bonito, até em um deles eu estou vestida “de palhaça” pra fazer um trabalho lúdico, qualquer dia te mostro a foto. Quando eu perguntei pra ela como poderia agradecer, ela me disse: “no início da minha carreira uma psicóloga também me ajudou muito. Fiz a mesma pergunta, e ela me respondeu que a melhor forma de agradecer seria ajudando outra pessoa, da mesma forma como foi ajudada; que ela ficaria muito gratificada se eu fizesse a mesma coisa por outra pessoa.”

E assim toco até hoje minha vida profissional. Fico muito feliz que outras colegas daqui sejam frutos dessa corrente. E não pára por aí…

Chega! Vou trabalhar!

Abraço!

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Se você já foi um elo da Corrente do Bem, conte pra Uzina tbm.

Não, não é Spam. Encaminhe essa Corrente sem medo de entupir a caixa de ninguém.

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Leia abaixo.

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Encaminhem esta corrente

“Sei lá, as pessoas têm muito medo de pensar que as coisas podem mudar. O mundo não é feito somente de merda. Mas é difícil para quem se acostumou com as coisas como elas são. Mesmo que sejam ruins… é difícil mudar. Então as pessoas desistem. Quando isso acontece, todo mundo sai perdendo.
É difícil, não dá pra planejar.
Você precisa observar mais as pessoas. Ficar de olho nelas e protegê-las. Nem sempre a gente sabe o que precisa. É a grande chance de concertar uma coisa que não seja sua bicicleta. Dá pra ‘concertar’ uma pessoa.”

Trevor McKinney, personagem de Hely Joel Osment, em A Corrente do Bem.

É uma boa reflexão para um início de semana. Ou para um início de dia. Ou para qualquer hora. Para qualquer um.

Um menino da 7ª série tem a idéia de fazer o bem a três pessoas e pedir para que cada uma faça algo de bom para pelo menos outras três, e passar adiante. Na visão do guri, essa era a forma de fazer o mundo mudar para melhor.

O filme é muito bom, mas a idéia não é tão original assim. Lembro de alguma coisa parecida… um tipo de corrente do bem também… não lembro de onde… da época da catequese, eu acho.

Bom, boa semana a todos. E façamos o bem a pelo menos alguém.

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A crônica de dia nenhum

Dois pontos. Começa aqui uma crônica sem pretensão. Alguma coisa que o próprio autor desconhece como deveria começar e como, de fato, merece acabar.

Meio como o dia. Que começa com um abafado sinal sonoro saído de algum despertador. Ou do celular. Um ruído que começa tomar forma assim que o corpo retorna do sono profundo e volta a escutar. Ou quando os dedos se agilizam pra sentir com mais intensidade cada tecla e acabam formando um monte de letras assim todas juntas uma idéia bem nova.

O que se sabe quando começa o dia e o que sei quando começo essa crônica é que o final é sabido. Isso, nos dois sentidos. Sabemos quanto tempo dura um dia e eu sei que esta crônica não vai passar desta folha. E sabido também porque sempre um final sabe das coisas. Sabe do dia vivido e sabe das linhas escritas. Cada pausa do dia para retomar o fôlego. Cada pausa do texto para retomar a inspiração. Convencionaram chamar de inspiração a vontade sempre presente de não desistir, de voltar a cada vírgula e recomeçar. Mas recomeçar com estilo. Querendo dizer algo. Com o vigor de uma frase nova.

Ou com a vitalidade de um novo parágrafo. Que começa como começa o dia depois do almoço. De barriga cheia de comida saudável ou com meia folha cheia de palavras insípidas.

Cada hora que passa ou cada tecla que afunda pra logo retomar sua forma original é preencher um branco nunca antes ocupado. O imprevisível do dia é temido para muitos dos que esperam seus doentes, é festejado por outros que esperam o apito final para comemorar ou é ignorado por outros tantos que repetem a cada inspiração a mesma coisa. O impresso na página é tão inesperado quanto o da tarde que acabou de passar na frase anterior. Esse branco ali em cima que se foi nunca antes fora substituído da forma como este autor escolheu. Uma vez ocupado na vida, esse branco não tem volta. Uma vez ocupado na folha, esse branco não te

A surpresa de cada dia. De cada crônica. O repentino quando se acha que está tudo sobre controle. Nenhum dia é igual ao que se foi. Um dia não é igual a nada. Nem é parecido com coisa alguma. Nem com uma crônica. Nem. Aqui você pode, sim, apagar e começ

Apagar e começar tudo de novo em outro lugar e terminar assim, sem dar nenhum esplicação disso que passou. Nem do erro de concordância, nem do erro de ortografia. Tão pouco da falta de rima rica ou de problema de acentuação.

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